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Furto de cabos provoca prejuízo de mais de R$ 2 milhões à iluminação pública de Salvador

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Fotos: Divulgação / Dsip

O furto de cabos elétricos destinados à iluminação pública provocou em Salvador um prejuízo de mais de R$ 2 milhões em 2023. O gasto extra para a reposição de materiais de manutenção da rede poderia ser utilizado para a ampliação de outras ações municipais ligadas ao setor. Daria, por exemplo, para instalar 1.750 novos pontos de luz pela cidade ou para modernizar 25 campos de futebol e quadras por meio do projeto “Clareou, é Gol”.

Além de custos que poderiam ser evitados, essa prática de vandalismo tem trazido transtorno para a segurança e a mobilidade da população. “O maior prejuízo, sem dúvida, é para o cidadão, que deixa de utilizar áreas públicas de lazer e esportes por estar sem iluminação. Os atos criminosos muitas vezes deixam cabos expostos que geram riscos de choque elétrico. Os buracos e valas também podem gerar acidentes. Enfim, são inúmeros os transtornos que prejudicam o erário público e, sobretudo, a vida das pessoas”, afirma  ngelo Magalhães, diretor de Serviços de Iluminação Pública (Dsip).

Apenas no primeiro trimestre de 2024, 165 ocorrências de furtos de cabos já foram contabilizadas pelo órgão, totalizando um prejuízo de R$ 325 mil. Em todo o ano passado, houve 1.248 registros, quase 30% a mais que em 2022, quando foram somados 965 casos.

Entre os locais com maior incidência de vandalismo estão as principais bases de tráfego da cidade, como as avenidas ACM, Paralela, Vasco da Gama, Suburbana, Octávio Mangabeira, Bonocô e Rua Lucaia.

Nem a Avenida Centenário, onde a Prefeitura entregou em novembro passado uma série de melhorias urbanísticas, escapou dos criminosos. De lá para cá, 12 ocorrências de furto e vandalismo foram computadas, sendo que R$ 50 mil foram destinados para reparar os danos causados.

Prevenção – A Dsip tem investido em estudos e projetos capazes de promover maior nível de segurança para o parque luminoso da cidade. Uma das medidas é a instalação do cabeamento de forma aérea, dificultando o acesso aos cabos e reduzindo o risco de choque elétrico, assim como execução de obras para eletrodutos mais profundos e envelopados com concreto.

Em passarelas, outros equipamentos alvos dos criminosos, os eletrodutos são de aço galvanizados e soldados na estrutura metálica. Ainda nesses locais, são instaladas grades de proteção para as luminárias.

De acordo com o artigo 163 do Código Penal, cometer vandalismo é crime (destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia), com pena de detenção de um a seis meses, ou multa. O cidadão que flagrar ações do tipo pode entrar em contato com os principais canais da Prefeitura, como a plataforma Fala Salvador, acessada por aplicativo instalado em smartphones, portal na internet (www.falasalvador.ba.gov.br) e telefone 156. A polícia também pode ser acionada pelo 190.

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CIDADES

Salvador inicia implantação do primeiro viveiro de coqueiros da cidade

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Fotos: Bruno Concha/Secom PMS

Reportagem: Eduardo Santos/Secom PMS

A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal (Secis), deu início à implantação do primeiro viveiro de coqueiros de Salvador, no Jardim de Alah. Nesta quinta-feira (23), foram instalados no local os equipamentos de irrigação. Na próxima semana terá início o plantio das primeiras mudas.

Com 3,2 mil m² de área total e o objetivo de plantar mais de 2 mil coqueiros, respeitando o espaço mínimo de aproximadamente 1,5 metro entre eles, a criação do espaço tem o intuito de proteger e desenvolver a flora da cidade. O diretor do Sistema de Áreas de Valor Ambiental e Cultural (Savam) da Secis, João Resch, explica que o espaço foi adaptado para receber as mudas de modo que os exemplares sejam aclimatados às condições da cidade, evitando assim a perda das plantas, algo que costuma acontecer com espécimes trazidos de outros locais.

“Passado este momento, a ideia é replicar o trabalho ao longo de toda a orla. Além da preservação, a iniciativa visa recompor este trecho do Jardim de Alah, cujos coqueiros que margeavam a orla marítima se perderam ao longo do tempo. É uma alternativa que encontramos para ampliar a presença desse tipo de vegetação na região”, relata.

O local contará com proteção antivandalismo, com tela e sombrite para evitar forte incidência de raios solares diretamente nas mudas. Além disso, serão instaladas placas contendo informações sobre o espaço, visando manter a população a par do tema, para que assim possam também apoiar, cuidar e manter o projeto.

Expansão – De acordo com o secretário da Secis, Ivan Euler, a criação do viveiro é uma forma de preservar os coqueirais da cidade, a exemplo deste trecho do Jardim de Alah e do que fica situado do Morro do Cristo, na Barra. “Apesar de longevos, eles não duram para sempre. Então, anualmente, muitos são perdidos. Por isso criamos este viveiro para, no futuro, transplantá-los já adaptados ao clima de Salvador, para outras áreas, conforme a necessidade”, garante.

Este é o segundo viveiro de plantas de Salvador, sendo o primeiro focado exclusivamente em coqueiros. O outro, localizado na Praia do Flamengo, é dedicado a conservar as plantas da restinga, que é um tipo de vegetação rasteira e arbustiva, nativa do local, e são geralmente encontradas na beira da praia, a exemplo de cactos, bromélias, sumarés, salsão-da-praia e samambaias, dentre outras.

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Em São Paulo, Governo do Estado promove São João da Bahia 2024 e espera bater recorde de visitantes e de recursos arrecadados

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A promoção do São João da Bahia 2024 transformou o Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, em uma verdadeira “embaixada” do Estado, nesta quinta-feira (9), reunindo o secretário estadual do Turismo, Maurício Bacelar, e cerca de 200 operadores e agentes de viagem, que passaram por capacitação. Não faltaram a quadrilha, o forró e a culinária típica, presentes em todo o estado durante o mês de junho.

“A nossa expectativa é que este ano a gente bata um novo recorde, que a gente tenha na Bahia mais de um 1,5 milhão de visitantes, que deixarão algo em torno de R$ 2 bilhões para a economia baiana, gerando emprego e renda para os baianos”, afirmou o secretário.

Bacelar destacou que, para atingir o objetivo de atrair visitantes, o Governo do Estado, através da Secretaria Estadual do Turismo (Setur-BA), atua nos principais polos emissores de turistas. “Nós hoje estamos aqui no centro de São Paulo, o maior emissor de turistas do País, para capacitar agentes de viagens e operadores de turismo diante das condições da festa. Nessa capacitação nós mostramos os diversos destinos da Bahia, a diversidade da nossa gastronomia, da música, do forró, da quadrilha, e também para mostrar como as pessoas chegam à Bahia, para que possam curtir o melhor São João do Brasil”.

O secretário de Turismo da Bahia enfatizou que os festejos juninos não se resumem ao São João. “Nessa época, são festejados Santo Antônio, São João e São Pedro. E com isso, as festas juninas se estendem pelo estado durante todo mês de junho”. Segundo ele, a festa está distribuída nas 13 zonas turísticas da Bahia. “Se nós formos falar aqui em um município, com certeza vamos deixar de falar de outros 416, onde a festa também vale a pena. É na Bahia que o São João tem a sua maior expressão”.

Infraestrutura

Para reforçar a mobilidade em todo o estado, a economia e, claro, o São João da Bahia, o Governo do Estado investe na aviação regional, com a recuperação e o credenciamento de aeroportos no interior, e na requalificação de estradas. Somente no ano passado foram mais de cinco mil quilômetros de rodovias recuperadas, facilitando o trânsito entre a capital e o interior. Também foram investidos em aeroportos ou aeródromos do estado cerca de R$ 200 milhões, aplicados em obras.

Repórter: Raul Rodrigues/GOVBA

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Prefeitura de Salvador inicia ação para arrecadar água e itens de limpeza para famílias do Rio Grande do Sul

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A Prefeitura vai iniciar nesta quarta-feira (8) a ação ‘Salvador Solidária’, iniciativa que pretende ajudar famílias vítimas das fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos dias, deixando mortos e milhares de pessoas desabrigadas. A ação visa arrecadar água e materiais de limpeza, a exemplo de água sanitária, detergente e sabão.

Estes itens são os mais demandados pelo estado do Sul neste momento. Quem quiser contribuir com a iniciativa pode fazer as doações na sede da Defesa Civil de Salvador (Codesal), que funcionará como posto de coleta, até a próxima quarta-feira (15), sempre das 8h às 16h.

O prefeito Bruno Reis afirmou que Salvador já havia colocado seu corpo técnico à disposição da Prefeitura de Porto Alegre para auxiliar nas ações e destacou que o momento é de solidariedade com o povo gaúcho. “Tenho mantido contato com o prefeito Sebastião Melo para auxiliar no que for possível, inclusive disponibilizando o nosso corpo técnico da Defesa Civil, que é referência no país”, disse.

Bruno Reis ainda fez um apelo para que as pessoas possam fazer doações. “Iniciamos essa ação para arrecadar mantimentos, como água e materiais de limpeza, que são os mais necessitados agora. Faço um apelo para que todos que puderem façam doações. O momento é de solidariedade, de todo o país dar as mãos para ajudar as milhares de famílias que sofrem com as consequências das chuvas e enchentes no Rio Grande do Sul”, acrescentou.

As doações serão recebidas pela Prefeitura de Porto Alegre e, somadas a outras iniciativas de assistência espalhadas pelo país, serão compartilhadas com cidades vizinhas também afetadas pelas chuvas.

Com a ação, a capital baiana pretende unir forças para ajudar o estado do Sul, que está enfrentando sérios problemas. Apenas em Porto Alegre, de acordo com a Defesa Civil local, 9,8 mil pessoas estão acolhidas em abrigos temporários após sofrerem com as inundações.

“Estamos realizando essa ação em parceria com a Codesal, de forma integrada, para não só arrecadar material, mas também passar uma mensagem de amor, esperança e solidariedade. Já fizemos isso em outros momentos, como na própria pandemia e foi de extrema valia. Tenho certeza que os soteropolitanos irão abraçar essa causa, pois o trabalho de reconstrução do Rio Grande do Sul irá necessitar do apoio de todo povo brasileiro”, disse a vice-prefeita e secretária municipal da Saúde, Ana Paula Matos.

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