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CURIOSIDADES

Projeto ‘Eco Folia Solidária’ garante apoio a catadores de materiais recicláveis no Carnaval 2023

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Cerca de 90 toneladas de resíduos sólidos devem ser coletadas para reciclagem durante o Carnaval 2023, através do projeto ‘Eco Folia Solidária’ – o trabalho decente preserva o meio ambiente”. A iniciativa foi lançada, nesta quarta-feira (15), pelo Governo do Estado, com a presença do vice-governador Geraldo Junior e da primeira-dama do Estado, Tatiana Velloso, além de outras autoridades. Na ocasião, foram assinados contratos com as cooperativas de catadores Cooperguary, Recicla Conquista, Rede Cata Bahia, CRG Bahia e Rede Recicla Salvador/ Recicla Bahia.

Criado há 16 anos, o ‘Eco Folia Solidária’ é desenvolvido pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Renda do Estado (Setre), que compra o produto da coleta nos circuitos por um preço melhor que o oferecido pelos atravessadores. Neste ano, a operação conta com um investimento de R$ 1,5 milhão, beneficiando 1.840 catadores autônomos com a distribuição de fardamento e equipamentos de segurança, como botas, luvas e protetor auricular.

Por meio da iniciativa, os profissionais recebem três refeições diárias durante os dias da festa. Para o vice-governador da Bahia, Geraldo Junior, o objetivo do Governo do Estado é valorizar o trabalho dos catadores: “são profissionais muito importantes, que atuam de forma árdua no carnaval, e que, muitas vezes, ficam nos bastidores, socialmente invisíveis, no silêncio, dando apoio, enquanto os foliões estão curtindo o Carnaval, na capital e no interior”.

O titular da Setre, Davidson Magalhães, afirma que o programa tem como objetivo promover a inserção socioprodutiva: “apoiamos os catadores com cinco centrais que dão todo o suporte e melhoram o aproveitamento do material, com a disponibilização de prensa, caminhão para fazer o transporte, agregando mais valor os materiais. Portanto, é um esforço nosso de casar conscientização ambiental, comércio justo e solidário de materiais recicláveis, com melhores condições de trabalho”.

Para a Annemone Santos, representante da Rede Cata Bahia, o projeto contribui para a sustentabilidade econômica das associações e cooperativas: “ficamos muito agradecidos pela ação, porque combate a exploração, com preços mais justos, gerando mais renda para nossas comunidades. Além disso, nos tira da invisibilidade protege nossos corpos com o material de segurança”.

Trio

Para chamar a atenção da ação que integra a agenda do trabalho decente, ainda nesta quarta-feira (15), a Setre promove o bloquinho Eco Folia no circuito Barra-Ondina, a partir das 17 horas. Uma equipe de ativadores, acompanhada de uma fanfarra, distribuirá ventarolas entre os foliões, divulgando a ação e contribuindo para a conscientização da população sobre a importância do trabalho dos catadores.

Repórter: Tácio Santos

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CULTURA

Exposição fotográfica proporciona imersão nas ligações culturais entre Brasil e África

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Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS

Reportagem: Joice Pinho/Secom PMS

Quem for conferir a exposição “Reverberações – Refletindo a Impressão da Memória Africana” no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), no centro, poderá refletir sobre as contribuições e trocas culturais que o Brasil possibilitou ao continente africano. A exposição propõe um mergulho nas interseções culturais entre o Brasil e África através das fotografias de Mudi Yahaya, um dos principais expoentes da cena artística da Nigéria.

Para o professor de literatura, Jão Ramos, não há lugar melhor para receber a exposição do que Salvador, que é a cidade mais negra fora do continente africano. Ele visitou a exposição e garantiu que retornará ao espaço com alunos da instituição pública que atua.

“É um privilégio conferir um trabalho desta magnitude pois lança o protagonismo a nossa população negra. Infelizmente no Brasil vivemos no apartheid e dificilmente a gente vê a população negra com protagonismo em qualquer escala social, seja ela pública ou privada. O racismo aqui é estrutural. Então ter um artista nigeriano apresentando esse trabalho magnífico é fazer um resgate, porque precisamos falar da Diáspora Africana”, finalizou.

Reflexão – Gestora artística do espaço, Jamile Coelho explicou que a ideia da exposição é que os visitantes possam refletir sobre como nós, de alguma maneira, influenciamos países que foram os principais portos negreiros em África. Jamile acrescentou, ainda, que o museu também tem um papel histórico no processo de ressignificar a história.

“Ele faz um recorte de Gana, Benin e Senegal e como os brasileiros e africanos que voltaram a estes portos levaram um pouco da cultura brasileira para lá. A gente se enxerga muito em todo esse processo. Também trazemos um recorte dos povos que em Salvador, a quase 190 anos, participaram da Revolta dos Malês. A revolta marca o ápice do processo escravocrata no Brasil e influenciou para que a Inglaterra fizesse o fechamento dos portos para que a escravidão no país acabasse”, detalhou.

As fotografias podem ser conferidas no Muncab até 21 de junho. O museu fica localizado na Rua das Vassouras, no Centro Histórico, e busca promover a preservação, produção e difusão da cultura afro-brasileira e diaspórica nas Américas.

O espaço pode ser visitado das 10h às 17h, de terça a domingo, sendo o último acesso até às 16h30. A entrada tem valor de R$10 (inteira) e R$5 (meia), sendo que a gratuidade é concedida às quartas-feiras e domingos, além de contemplar estudantes do ensino público fundamental e médio, crianças até 8 anos, pessoas com deficiência (com laudo médico), funcionários de museus e guias de turismo em atividade. Os ingressos podem ser obtidos através do link https://bileto.sympla.com.br/event/92445/d/247596 ou bilheteria local.

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CURIOSIDADES

Com mais R$ 3 bilhões em recursos, Governo lança Plano Safra Bahia e conjunto de ações para desenvolvimento da agricultura familiar

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No Dia Internacional da Agricultura Familiar, comemorado nesta terça-feira (25), o Governo do Estado apresentou um conjunto de ações executadas pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), com o objetivo de garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares de municípios sistematicamente sujeitos a perda da safra por razão do fenômeno da estiagem ou excessos hídricos. A principal delas é o Plano Safra da Agricultura Familiar da Bahia 2023-2024, lançado na presença do governador Jerônimo Rodrigues e do vice- governador Geraldo Júnior, que vai disponibilizar R$ 3 bilhões em crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) por meio do Banco do Nordeste e do Banco do Brasil.

Jerônimo explicou que o Plano Safra já integra o Governo Federal, mas que essa gestão de Lula incrementou e retomou o programa com recursos específicos para os agricultores familiares. Conforme ele, esse enquadramento vai ter impacto positivo na produção de alimentos, cuidados com o meio ambiente e na educação no campo. “Aqui na Bahia, estamos aproveitando o Dia Internacional da Agricultura Familiar para lançar o Plano Safra. A nossa expectativa é que a gente chegue a R$ 3 bilhões para financiamento das diversas frentes da agricultura familiar. Ainda faremos o lançamento do Plano Safra do Agronegócio também. Também aproveitamos a agenda para fazer a entregas de quase 200 equipamentos do Governo do Estado e realizar anúncios de investimento para assistência técnica”, disse o governador.

Dentre as medidas detalhadas no lançamento, há o Pronaf A, que oferece maior limite de financiamento do custeio, passa de R$ 9 mil para R$ 12 mil, e o investimento de R$ 30 mil para R$ 40 mil; o Microcrédito Pronaf B, medida na qual a renda bruta familiar será elevada de R$ 23 mil para R$ 40 mil por ano, e o limite de financiamento aumentado de R$ 6 mil para R$ 10 mil sendo que, para mulheres o valor poderá ser até R$ 12 mil. Nessa modalidade, o fomento produtivo rural, recurso não reembolsável destinado a agricultores em situação de pobreza, será elevado de R$ 2,4 mil para R$ 4,6 mil.

Há ainda o Pronaf Mulher, com limite de financiamento de até R$ 25 mil e taxa de juros de 4% ao ano, direcionada às agricultoras com renda anual de até R$ 100 mil. As quilombolas e assentadas da reforma agrária terão aumento no abatimento do fomento mulher (modalidade do crédito instalação) de 80% para 90%. Há também linhas específicas para jovens e indígenas.

“É um dia muito importante para nós. O governador fez questão de premiar nessa data o agricultor e agricultora da Bahia em homenagem a todos no mundo que trabalha com alimento limpo, que quer que a economia circule no seu lugar e que garante a dignidade para homem e a mulher do campo. Esse evento de hoje é para promover principalmente os movimentos sociais, afirmou o secretário de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso.

Mais projetos

Foi ainda apresentado o Projeto ‘Bahia que Produz e Alimenta’, que receberá um investimento de R$ 750 milhões para melhorar a infraestrutura, serviços e integração das organizações produtivas da agricultura familiar aos mercados, atendendo 50 mil famílias beneficiárias e 600 organizações produtivas da agricultura familiar nos 27 territórios de identidade entre 2023 e 2027.

“Hoje aqui é uma síntese de tudo que a gente vem fazendo e o que a gente vai fazer, o ‘Bahia que Produz e Alimenta’ surge nessa esteira onde o governo lança o Bahia Sem Fome e vai atrás dessas pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar. O ‘Bahia que Produz e Alimenta’ fomenta a produção de alimentos para a gente ofertar para as famílias, fazendo com que essas elas sejam integradas também no processo de inclusão socioprodutiva”, explicou Jeandro Ribeiro, diretor-presidente da CAR.

Em mais uma ação, Jerônimo autorizou a SDR/CAR e a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) a dar início a ação de assistência técnica e extensão rural com foco nos sistemas produtivos da agricultura familiar: mandioca, cacau, leite, mel e avicultura de galinha caipira. Na prática, a ação vai financiar kits produtivos para as Unidades de Produção Familiar atendidos pela rede de Ater, e R$ 40 Milhões de reais investidos em dois anos, em 36 mil Unidades de Produção familiar atendidas.

Também foi celebrado o Termo de Fomento com a Associação Povos da Mata de Certificação Participativa – Agroecologia em rede na Bahia: mais alimentos e mais vida no qual será realizado acompanhamento técnico de 1.050 Unidades de Produção Familiar e de 250 novas Unidades Familiares em 19 territórios de identidade da Bahia, com 24 agroindústrias vinculadas e R$ 1,6 milhões de reais aplicados em 24 meses.

O governador assinou também Acordo de Cooperação para Implantação de 27 Polos Territoriais de Apoio a Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar para Mercados Institucionais. A SDR/CAR também foi autorizada a iniciar o projeto de dinamização das Agroindústrias Familiares para apoio a gestão, acesso a mercados e assistência técnica para 402 agroindústrias familiares. O investimento é de R$ 30 milhões ao longo de três anos.

Entregas

Na ocasião, o governador entregou Selos de Identificação dos 90 novos produtos de associações e cooperativas da Agricultura Familiar, 31 tratores (75Hp) e 54 microtratores para organizações do setor, além de 88 microtratores e máquinas forrageiras para Escolas Famílias Agrícolas, em uma ação conjunta com a Secretaria da Educação.

Repórter: Lina Magalí
Fotos: Mateus Pereira/GOVBA

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CIDADES

Visita guiada com estudantes marca entrega do Memorial Pavilhão 2 de Julho na Lapinha

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Fotos: Valter Pontes/Secom PMS
Reportagem: Thiago Souza e Eduardo Santos/Secom PMS

Uma visita guiada com o prefeito Bruno Reis e um grupo de estudantes da Escola Municipal Vila Vicentina, da Liberdade, marcou a entrega, nesta segunda-feira (17), do Memorial Pavilhão 2 de Julho, no Largo da Lapinha. A visita foi conduzida pela curadora do Memorial, Lanussi Pasquali, e teve a presença de gestores municipais do setor cultural e do presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), Joaci Góes.

O Memorial é uma homenagem à participação do povo nos festejos tradicionais do 2 de Julho e é parte integrante dos festejos do bicentenário da Independência do Brasil na Bahia. Parte do acervo foi construído durante a festa deste ano, com fotografias das pessoas que estavam no cortejo e captação dos sons emitidos pelas fanfarras, bandas marciais, sambas, cânticos e as vozes. A intervenção e montagem do acervo contaram com investimentos na ordem de R$3,5 milhões.

“Hoje abrimos esse memorial para o público. Esse lugar permite um resgate histórico, para o Brasil e para a Bahia, de um momento importante para essa nação, com a história da Independência contada desde as primeiras batalhas. Dessa forma podemos celebrar ainda mais essa data, que dá força para os baianos, nos inspira e dá coragem, podendo agora se perpetuar para gerações futuras. Esse é o acontecimento mais importante da celebração do bicentenário da Independência, apresentando essa história para baianos e turistas que chegam à nossa cidade e encontram mais esse equipamento, que é uma alternativa de lazer e cultura na primeira capital do Brasil”, destacou o prefeito, cercado pelos pequenos.

Acesso – Um dos principais marcos da celebração do bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, o pavilhão foi reaberto no dia 1º de julho, totalmente requalificado, e passará a receber visitas guiadas de baianos e turistas, por meio de agendamento no site da Secult (https://secult.salvador.ba.gov.br/). Durante os dois primeiros meses, as visitas ao Memorial serão agendadas e gratuitas, com atendimento prioritário à comunidade e ao público estudantil. Depois, o funcionamento seguirá como os outros equipamentos culturais da Prefeitura de Salvador, de terça a domingo, mediante taxa de R$20 (inteira) e R$10 (meia).

De acordo com a curadora do espaço, o principal conteúdo do equipamento cultural é a festa e as pessoas que a constituem, há quase 200 anos. O Pavilhão, originalmente, é onde o caboclo e a cabocla ficam guardados o ano inteiro até a saída para as comemorações do 2 de julho, retornando no dia 5, com a tradicional procissão da “Volta da Cabocla”.

O presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), Joaci Góes, reforçou a importância da preservação da memória cívica. “Do ponto de vista de levar ao conhecimento da população o significado do 2 de Julho de 1823, nada houve até hoje que pudesse competir com esse trabalho que o IGHB, em parceria com a Prefeitura, acaba de entregar à população sobre esse pedaço da história do Brasil que aconteceu na Bahia, compreendendo que além da alegria, estamos celebrando a data magna da Independência, que se consolidou naquele 2 de Julho de 1823”.

Memorial – A ornamentação e demais elementos virtuais do Memorial, que tem três pavimentos, foram construídos a partir do dado arquitetônico, histórico e contemporâneo do Pavilhão, tendo como ponto de partida as carruagens e as imagens dos caboclos, os principais bens do acervo. No teto, bandeiras douradas, inspiradas na alvorada tradicional do dia 2, representam o sentimento de esperança e renovação característicos da alvorada. O Memorial tem direção de arte de Renata Mota e produção executiva de Ana Paula Vasconcelos.

O secretário de Cultura e Turismo de Salvador (Secult), Pedro Tourinho, destacou a importância do equipamento para que soteropolitanos e turistas possam conhecer mais sobre os heróis da independência. “Esse Memorial 2 de Julho é um importante equipamento turístico, porque permite que as pessoas venham para cá em qualquer época do ano e consigam conhecer a história da Independência do Brasil na Bahia. Agora, Salvador possui uma estrutura para receber turistas para falar sobre esse assunto o ano inteiro. A gente vê no nosso país um movimento muito forte de revisitação histórica e valorização dos heróis populares. A perspectiva da Independência do Brasil a partir da independência da Bahia, com a participação popular, destacando Maria Felipa, Maria Quitéria e Joana Angélica, está vindo à tona de forma mais rica, e isso aumenta a relevância da entrega de um equipamento cultural como esse”.

O presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Fernando Guerreiro, relembrou que, nos 100 anos de comemoração da Independência do Brasil na Bahia, o povo recebeu de presente o Pavilhão 2 de Julho, que sempre abriga os caboclos entre um cortejo e outro. “Agora, no marco dos dois séculos de celebração da data, nós inauguramos, no mesmo local, o Memorial 2 de Julho, que homenageia toda força e simbolismo dessa festa. Os caboclos são figuras centrais dessa exposição, cuja proposta é enredar no mesmo fio histórico das pessoas responsáveis pela glória da conquista, e aquelas que mantêm a chama do fogo simbólico, acesa ano após ano. Para garantir que nosso sol brilhe ainda mais, é preciso que todas essas narrativas e seus personagens sobrevivam na memória e no cotidiano de toda a população da Bahia e do Brasil”.

O acervo é, em sua maioria, digital, devido ao espaço reduzido do Pavilhão. No térreo, além das carruagens com os caboclos, telefones públicos estarão expostos com histórias da festa do 2 de julho contadas pelas pessoas que as viveram. Também será exibido um percurso da festa, com um mapa digital mostrando pontos da história da celebração. “A gente fala: ‘o Convento que Joana Angélica foi assassinada’, como se fosse algo que se perdeu no tempo. Mas o Convento está aqui, ele ainda existe, passamos por ele todos os dias. Então o mapa vai fortalecer a visão tanto do percurso, como ele acontece, e dos pontos históricos importantes. Vamos mostrar a cidade de Cachoeira, que é onde tudo se inicia, inclusive com a saída do fogo simbólico, o entorno do Recôncavo e as principais batalhas na Ilha de Itaparica e em Pirajá”, explicou Lanussi.

No 1º andar, “A Voz do Povo”, estão os mais de 100 retratos tirados durante o bicentenário, entrevistas feitas com pessoas envolvidas diretamente na festa e uma parede com frases retiradas dessas entrevistas que revelam o tom político atemporal do 2 de julho. A curadora contou que “o elemento de reivindicação, da manifestação, que se renova anualmente, é o desejo de liberdade. O 2 de Julho não é uma comemoração que ficou estática, todo ano a gente tem lutas próprias de cada época. Então, a partir das falas dos entrevistados, a gente identificou o que ressoa o sentimento inicial libertário da festa, além do sentimento de gratidão e devoção ao caboclo”, justificou a curadora.

O último pavimento, o mezanino, é onde está o acervo mais robusto da expografia, onde as pessoas podem ler, estudar e interagir, através de uma linha do tempo. Historiadores contam a história do 2 de Julho como se fosse uma conversa. As paredes do Pavilhão foram restauradas nos moldes da década de 1950, com os nomes de soldados, combatentes e batalhas que fizeram parte da Independência na Bahia. Um patchwork costurado à mão vai incluir nomes que não foram gravados nas paredes antigamente, como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa.

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Cultura