A tecnologia no avanço do tratamento do Câncer de Mama

Para quem sabe o valor de uma Mulher, todos os dias são rosas, mesmo os mais turbulentos. Rosas, e rosas de todas as cores, as vezes com espinhos, e por isso, o autocuidado deve ser um hábito na vida de cada mulher que aprende a se amar de verdade.

O câncer de mama, que é uma doença que afeta a vida de milhões de mulheres e de suas famílias no Brasil e ao redor de todo o mundo precisa ser uma pauta diária no universo feminino e de todos, que reconhecem a importância da saúde da mulher para toda a sociedade. Um tipo de neoplasia maligna mais comum entre mulheres de todas as idades, o combate ao câncer de mama tem na tecnologia um forte aliado, técnicas como a mamografia, o ultrassom e a ressonância magnética permitem um diagnóstico cada vez mais rápido e eficiente, aumentando consideravelmente as chances de sucesso nos tratamentos.

A Organização Mundial da Saúde registra uma incidência de 2,2 milhões casos de câncer de mama mundialmente. Aqui no Brasil, o INCA – Instituto Nacional de Câncer indica o câncer de mama, como o tipo de câncer mais frequente da doença, entre as mulheres. A estimativa é que a cada 100 mil mulheres brasileiras, aproximadamente 43 dessas mulheres desenvolvem tumores mamários malignos.

A maior promessa da tecnologia é o avanço da ciência. Espera se que em poucos anos a realidade virtual permita a presença cirurgiões, de diversos lugares do mundo, em uma mesma sala de cirurgia. A perspectiva de transitar pelo ambiente virtual de modo sistêmico gerando resultados para saúde tem levado o aumento de investimentos expressivos na telemedicina, e em processos que vão do cadastro do paciente a cirurgias executadas por mecanismos digitais.

A esperança é que muitas mulheres possam ser beneficiadas, através dessa infraestrutura tecnológica implementadas no tratamento do câncer de mama, mas, ainda assim, o autocuidado é a estratégia mais eficaz no diagnóstico precoce. Os próximos passos é observar a legalização dessas ferramentas e o investimento dos governos na saúde pública, para que os benefícios digitais sejam acessíveis a toda a população, e não apenas aumentando o custo do cidadão com a saúde, mas gerando acessibilidade a melhores tratamentos de saúde para toda população.

 

Por: Patrícia Lane